Banca & Finanças CMVM não vê abuso de informação privilegiada na queda do Banif

CMVM não vê abuso de informação privilegiada na queda do Banif

Ao contrário do BES, não havia muitos investidores institucionais a negociar acções do Banif, concluiu a CMVM. O regulador do mercado de capitais não crê terem existirem práticas criminais.
CMVM não vê abuso de informação privilegiada na queda do Banif
Bruno Simão/Negócios
Diogo Cavaleiro 13 de abril de 2016 às 18:54

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) não encontrou, até agora, práticas que vão contra as regras do mercado na negociação das acções do Banif.

 

"Apesar da negociação ser mais intensa em Outubro e em Dezembro, não revela uma alteração de comportamento significativa nem sugerem a existência de abuso de informação privilegiada, pelo menos daquilo que apurámos até agora", declarou Carlos Tavares, o presidente do regulador do mercado de capitais.

 

Na audição desta quarta-feira, 13 de Abril, Carlos Tavares afirmou que, no caso Banif, "a negociação não revela questões especiais". Não há grandes institucionais, ao contrário do BES, onde houve uma presença muito mais forte de investidores qualificados", especificou.  

 

Segundo Carlos Tavares, a CMVM analisou a negociação em Dezembro, quando estava em curso o processo de venda, motivo pelo qual tentou saber quem eram os interessados em comprar e que pudessem ter acesso a informação privilegiada – alguém que pudesse beneficiar com informações que não eram do conhecimento público. 




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