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Cortes salariais terão reforçado adesão à greve na CGD

Foi no banco do Estado que a adesão à greve geral mais se fez sentir. Nos grandes bancos privados, a adesão foi residual, apesar de várias instituições terem em curso programas de rescisões de contratos.

Maria João Gago mjgago@negocios.pt 14 de Novembro de 2012 às 18:43
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“Houve uma boa adesão” à greve geral na Caixa Geral de Depósitos. “Houve mais adesões do que em Março e em Novembro do ano passado”, adiantou Manuela Graça, dirigente do STEC - Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD, ao Negócios.

“As notícias confirmando que não vai haver adaptações aos cortes salariais, dentro do Grupo CGD, causou ainda maior indignação e foi mais um factor de mobilização para a greve geral”, esclareceu o STEC em comunicado. Fonte oficial da Caixa recusou fazer comentários sobre o impacto da paralisação no funcionamento do banco público.

Já no sector privado, a “adesão foi fraca”, segundo adiantou fonte da Febase, federação que reúne os sindicatos dos bancários de todo o país, como é habitual no sector. Nem o facto de a banca estar a cortar postos de trabalho resultou numa alteração do comportamento habitual dos trabalhadores do sector.

No BCP, que tem em curso um plano de rescisão de contratos com 600 colaboradores, a adesão foi residual, em linha com a participação verificada nas anteriores paralisações, pelo que, a nível operacional, não houve qualquer impacto.

Já no BES, cujo presidente afastou esta terça-feira a eliminação de postos de trabalho, a greve passou “praticamente sem adesão, pelo que o banco funcionou normalmente”.

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