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Dívida subordinada da CGD tem de ser colocada em investidores não relacionados com o Estado

A dívida subordinada que a Caixa vai emitir no valor de mil milhões de euros não pode ser vendida a investidores relacionados com o Estado português. O ministro das Finanças não explicou se estes títulos serão colocados em particulares ou institucionais.

Cátia Barbosa/Negócios
Maria João Gago mjgago@negocios.pt 24 de Agosto de 2016 às 19:43
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A emissão de 1.000 milhões de euros de dívida subordinada a realizar pela CGD no âmbito do seu plano de capitalização tem de ser colocada em "investidores não relacionados com o Estado português", revelou o ministro das Finanças. No entanto, Mário Centeno não explicou se os títulos podem ser vendidos a investidores particulares e institucionais, ou apenas a estes últimos.

 

Certo é que a emissão "será feita em duas fases. A primeira, de 500 milhões, será realizada em simultâneo com a injecção de capital do Estado", ou seja, ainda este ano.

 

O ministro reconheceu que estes títulos podem implicar perda de capital para os investidores. No entanto, não detalhou em que circunstâncias, uma vez que "há um leque de diversos instrumentos deste tipo que pode ser utilizado". 

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