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Nova administração da CGD já tem lista de candidatos

São vários os nomes que podem assumir a liderança do banco público, como o Negócios já tinha avançado.. O Diário Económico escreve que o Governo quer um presidente com capacidade de influência em Bruxelas.

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Negócios jng@negocios.pt 28 de Janeiro de 2016 às 09:23
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Quem será o substituto de José de Matos na liderança da Caixa Geral de Depósitos? O primeiro-ministro, António Costa, e o ministro das Finanças, Mário Centeno, deverão esperar pelo fim da elaboração do Orçamento do Estado para 2016 para tomar uma decisão.

O Jornal de Negócios escreveu na quarta-feira que o Governo pretendia substituir a administração da CGD e identificou algumas das personalidades que são referidas como prováveis para substituir José de Matos. Mas os rumores não abrandam para determinar quem ocupará a cúpula do banco público. O Diário Económico desta quinta-feira, 28 de Janeiro, faz uma lista de potenciais candidatos.


Segundo o jornal, o Governo procura "alguém com peso político, capacidade de influência e jogo de cintura junto" das instâncias europeias como o Banco Central Europeu (BCE), o supervisor europeu a quem caberá a "decisão final" sobre as novas nomeações.


À cabeça, de acordo com o jornal, surgem Carlos Costa Pina (ex-secretário de Estado do Tesouro e actual administrador da Galp Energia) e António Ramalho (presidente da Infraestruturas de Portugal e ex-administrador do BCP).Um dos nomes de peso é o de Carlos Tavares, presidente cessante da CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários). Juntam-se ainda à lista Fernando Teixeira dos Santos (ex-ministro das Finanças) e António Castro Guerra (que está no Banco Comercial do Atlântico). O nome de Esmeralda Dourado, administradora da SAG, chegou a estar em cima da mesa, mas a gestora declinou o convite, escreveu o Diário Económico.


Na sua edição de quarta-feira o Jornal de Negócios tinha já identificado como potenciais candidatos à presidência da CGD Carlos Costa Pina, António Ramalho e Carlos Tavares com António Castro Guerra a posicionar-se como candidato a membro da administração de onde se antecipa que saia também o número dois de José de Matos, Nuno Fernandes Thomaz. 


Ao que o Negócios apurou, Mário Centeno e o primeiro-ministro não pretendem tomar decisões sobre quem irá assumir a liderança da Caixa antes de concluírem a elaboração do Orçamento do Estado para 2016. Mas está decidido que a cúpula da gestão será renovada.

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