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Financiamento do BEI em Portugal cresceu mais de 60% desde 2012

Os empréstimos concedidos em Portugal têm vindo a crescer nos últimos quatro anos e os empréstimos da instituição europeia destinam-se cada vez mais às pequenas e médias empresas.

André Cabrita-Mendes andremendes@negocios.pt 25 de Fevereiro de 2016 às 14:10
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O Banco Europeu de Investimento (BEI) está a emprestar cada vez mais dinheiro ao sector público e privado. Além do financiamento estar a crescer, o seu foco também está a mudar, pois as empresas mais pequenas estão a ser mais abrangidas.

 

O BEI concedeu mais 7% de empréstimos em Portugal em 2015 em comparação com o ano anterior. Este crescimento continua dentro da tendência registada nos últimos anos, pois desde 2012 que o financiamento em Portugal cresceu mais de 62%.

 

A maioria deste financiamento (64%) destinou-se às pequenas e médias empresas (PME), considerada actualmente a prioridade desta instituição. "As PMEs são a prioridade do BEI na União Europeia, mas principalmente em Portugal", disse o vice-presidente do BEI, Róman Escolano (na foto), esta quinta-feira, 25 de Fevereiro, em conferência de imprensa em Lisboa.

 

Os números demonstram isto mesmo, pois desde 2013 que o financiamento a estas empresas pelo BEI cresceu 53% em Portugal. Em 2015, foram financiadas um total de 4.300 PME em Portugal, com o montante médio dos empréstimos a chegar aos 210 mil euros, e o prazo médio de financiamento a rondar os seis anos. Fazendo um balanço da actividade no país, o responsável não tem dúvidas: "Acrescentamos valor de financiamento às empresas portuguesas".

 

Olhando para este ano, o homem-forte do BEI para Portugal e Espanha está optimista. "Pensamos que vai ser um ano de boa actividade, apesar das operações demorarem um pouco a serem estruturadas, sentimos que as nossas equipas estão a trabalhar bem".

 

Com este objectivo, o BEI tem vindo a assinar contratos com vários bancos portugueses para fazer chegar mais dinheiro às empresas, como no caso do BCP (500 milhões de euros), BPI (50 milhões) e o Santander Totta (200 milhões).

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