Banca & Finanças Marcelo "muito esperançado" em reacção positiva de Bruxelas aos programas do Governo

Marcelo "muito esperançado" em reacção positiva de Bruxelas aos programas do Governo

O Presidente da República disse esperar que "haja uma concordância de números" entre as visões do Executivo e da Comissão Europeia "em termos macroeconómicos e também em termos de previsões para o futuro próximo".
Marcelo "muito esperançado" em reacção positiva de Bruxelas aos programas do Governo
Bruno Simão
Lusa 19 de abril de 2016 às 19:01
O Presidente da República disse esta terça-feira, 19 de Abril, estar "muito esperançado" de que seja positiva a reacção da Comissão Europeia às perspectivas económicas do Governo contidas no Programa de Estabilidade e no Programa Nacional de Reformas.

"Esta é uma semana importante nas relações com a Europa uma vez que, ouvidos os partidos hoje, haverá aprovação em Conselho de Ministros dos dois documentos fundamentais para os próximos anos [Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas] que irão ao parlamento e que seguirão para Bruxelas", disse Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas no Terreiro do Paço, em Lisboa, após a inauguração do Museu do Dinheiro.

O Presidente da República disse estar "muito esperançado de que a reacção da Comissão Europeia seja positiva" e que "olhando para a situação portuguesa, para a situação em termos macroeconómicos e também em termos de previsões para o futuro próximo, que haja uma concordância de números".

"Se for isso assim, é uma boa notícia para Portugal e espero que se venha a concretizar nas próximas semanas", disse.

Antes, em declarações aos jornalistas à saída da Academia de Belas Artes, em Lisboa, tinha evitado referir-se às previsões para o crescimento da economia: "Até ao momento da sua aprovação é prematuro estar a falar de previsões sobre o crescimento do Produto Interno Bruto, sobre outras variáveis macroeconómicas, vamos esperar", afirmou.

E foi taxativo em não querer responder quando questionado sobre os argumentos da Santoro para a ruptura nas negociações com o Caixabank, nos quais a empresa de Isabel dos Santos acusou o Governo de favorecer uma das partes: "Não tenho nada a comentar sobre essa matéria", argumentou.



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