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Mário Silva: "A OPA não reúne as condições enunciadas à partida para ter sucesso"

O representante da Santoro, de Isabel dos Santos, voltou a realçar que a oferta do CaixaBank não contava com o seu apoio. Mário Silva considera que a oferta está morta depois de rejeitada a desblindagem dos estatutos.

Miguel Baltazar
Alexandra Noronha anoronha@negocios.pt 17 de Junho de 2015 às 11:54
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Mário Silva (na foto), representante da Santoro, de Isabel dos Santos, disse esta manhã no Porto, no final da assembleia-geral do BPI, que a oferta pública de aquisição lançada pelo CaixaBank "não reúne as condições que foram enunciadas à partida para ter sucesso".

Questionado sobre se a não aprovação da desblindagem dos estatutos, decidida na reunião, significava a "morte" da OPA", Mário Silva disse: "Eu diria que sim".

O responsável recordou que, "desde o início, fizemos saber que, nos termos em que a OPA foi inicialmente apresentada ao mercado, não contava com o nosso apoio". A contrapartida oferecida na operação é de 1,329 euros por acção, preço considerado baixo pela empresária angolana. 

Mário Silva voltou ainda a realçar que a Santoro "gostaria de ter uma outra solução, mais inclusiva, que criasse um líder de mercado, que passa pela fusão entre o BPI e o Millenium BCP".

Questionado sobre os próximos passos nessa estratégia, o responsável disse apenas que "ainda não é o momento de discutir isso". 

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