Banca & Finanças Ministro da Presidência diz que gestão de Stock da Cunha tem feito "trabalho notável"

Ministro da Presidência diz que gestão de Stock da Cunha tem feito "trabalho notável"

Luís Marques Guedes elogia a administração do Novo Banco e acrescenta que tem feito esforços no financiamento à economia. "Tudo isso acrescenta valor", diz o governante numa altura em que se está numa nova fase da alienação.
Ministro da Presidência diz que gestão de Stock da Cunha tem feito "trabalho notável"
Bruno Simão/Negócios
Diogo Cavaleiro 13 de agosto de 2015 às 14:43

O ministro da Presidência, Luís Marques Guedes, considera que a equipa de gestão do Novo Banco está a fazer um "trabalho notável". É um elogio de um ministro a uma presidência de um banco português depois das críticas feitas pelo primeiro-ministro à gestão da Caixa Geral de Depósitos.

 

"Tem sido feito um trabalho notável de recuperação e credibilização por parte da administração do Novo Banco", indicou Marques Guedes em respostas às perguntas dos jornalistas na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros desta quinta-feira, 13 de Agosto.

 

Segundo o governante, o trabalho de recuperação "notável" empreendido pela equipa liderada por Eduardo Stock da Cunha tem-se visto através da "credibilização da própria acção do banco", no que diz respeito à "dinamização da economia, junto das pequenas e médias empresas".

 

"Tudo isso acrescenta valor", disse Marques Guedes nas respostas em que recusou a existência ou inexistência de preocupação relativamente ao preço a que será vendido o Novo Banco. "Cabe agora ao mercado dizer quais as condições adequadas". O Banco de Portugal, que está a liderar o processo, iniciou negociações exclusivas com a Anbang neste processo, como noticiou o Negócios. O Governo espera que o processo termine "o mais brevemente possível". 

 

O elogio à gestão de Stock da Cunha, por parte do ministro Marques Guedes, é feito semanas depois de o primeiro-ministro e depois também o próprio Marques Guedes se terem mostrado preocupados relativamente à liderança da Caixa Geral de Depósitos, por ainda não ter havido lugar à devolução - parcial ou total - dos 900 milhões de euros injectados para capitalização do banco público.




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