Banca & Finanças Ninguém aceitou substituir Jorge Tomé mas não se sabe porquê

Ninguém aceitou substituir Jorge Tomé mas não se sabe porquê

Maria Luís Albuquerque admitiu que, para ganhar “um capital novo de boa vontade” junto de Bruxelas, quis promover a substituição da liderança do Banif. Não conseguiu.
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Diogo Cavaleiro 06 de abril de 2016 às 20:50

Maria Luís Albuquerque deixa elogios a Jorge Tomé mas assume que o quis substituir da liderança do Banif para favorecer as relações com a Direcção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia.

 

"O Dr. Jorge Tomé é um experiente banqueiro, com boa reputação", elogiou a ex-ministra, dizendo que teve "bons resultados" na reorganização do banco. Mas percebia que Bruxelas se queixava de vários aspectos, como a "falta de qualidade da informação transmitida".

 

Por isso, procurou substitui-lo para "ganhar um capital novo de boa vontade". "No entanto, como é sabido, a administração não foi de facto substituída. As pessoas que contactou apresentaram razões válidas para não aceitar o desafio".

 

Contudo, ficaram por explicar, nas primeiras respostas pela agora deputada do PSD, quais os motivos pelos quais os nomes convidados pela então ministra não aceitaram o cargo. Segundo as cartas, uma das personalidades não conseguiu formar uma equipa técnica para ter as condições para se manter em actividade. A ministra não quis identificar os gestores que contactou.

Maria Luís Albuquerque está a responder na comissão de inquérito parlamentar ao caso Banif.




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