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Novas comissões: Deco acusa CGD de violar orientações do Banco de Portugal

Nova política de comissões penaliza quem tem menos rendimento, sublinha o economista da Deco Nuno Rico

Miguel Baltazar/Negócios
Negócios jng@negocios.pt 10 de Outubro de 2019 às 09:11
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Com a nova política de comissões, que penaliza que  tem menores rendimentos, a Caixa Geral de Depósitos está a contrariar as orientações do Banco de Portugal de que não devem ser discriminados os clientes em função dos rendimentos e do património.

É a posição do economista Nuno Rico, economista da Deco Proteste, em declarações ao jornal Público.

O jornal explica que depois de ter acabado com a "conta reformado", muitos clientes de baixos rendimentos passaram para a "Conta S". Esta conta custava, para quem tinha cartão de débito e domiciliação de rendimento ou património financeiro, 2,80 euros (fora imposto de selo), tendo subido vinte cêntimos em maio. No início do próximo ano, a comissão vai subir 14,6%.

Já os clientes com domiciliação de ordenado acima de 2.250 euros mensais ou património acima de 50 mil euros veem o custo cair 30%, de sete para cinco euros por mês.

Em resposta ao jornal, a Caixa destaca que o número de transferências gratuitas desta conta aumenta de duas para quatro.

A Caixa Geral de Depósitos vai ainda começar a pagar pelas transferências no MbWay a partir de Janeiro.

No ano passado os lucros da Caixa Geral de Depósitos quase se multiplicaram por dez, para 496 milhões de euros.

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