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Nuno Amado: "Portugal deve ter banca pública, privada e de múltiplas origens"

O presidente do BCP traçou aquilo que, no seu entender, deve ser a geometria da banca portuguesa. Nuno Amado defende que deve ter "componente pública, privada, cooperativa e de múltiplas origens".

Bruno Simão/Negócios
Maria João Gago mjgago@negocios.pt 17 de Maio de 2016 às 17:09
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Nuno Amado defende que "a geometria da banca portuguesa deve ter uma componente privada forte, uma componente pública forte e também uma componente cooperativa", voltando a defender a necessidade de haver "um banco privado português forte é bom". Um papel que, sem o referir na conferência da APB, onde falava, o banqueiro quer que seja o BCP a ocupar.

 

Mas para o líder da instituição, é ainda evidente que a banca portuguesa "vai ter uma componente estrangeira, mas deve ter uma componente nacional e deve ter múltiplas origens". 

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