Banca & Finanças "O banco que não precisava de capital público estoirou e a troika não percebeu"

"O banco que não precisava de capital público estoirou e a troika não percebeu"

O presidente do BPI foi ao Parlamento fazer duras críticas ao Banco Central Europeu e à troika. Depois de 14 planos de capital e reuniões trimestrais durante três anos, "a troika não percebeu nada". Mas ainda assim, o BCE, ao cortar a liquidez ao BES, foi muito "violento para um banco relevante do país maravilha para os programas da troika".
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"Causa alguma perplexidade porque é que o BCE terá sido tão violento com o BES e anda com os bancos gregos ao colo", questionou Fernando Ulrich, referindo-se ao facto de o Banco Central Europeu ter cortado o acesso do BES a liquidez, ditando a resolução do banco.

 

"A mim faz-me confusão como foi possível um tratamento tão violento para um banco relevante do país maravilha para os programas da troika. Isto vindo da troika, que não percebeu nada do que se passava no BES em três anos, período em que os bancos fizeram 14 planos de capital e tiveram reuniões trimestrais com a troika", explicou o presidente do BPI esta terça-feira, 17 de Março, na Comissão Parlamentar de Inquérito à Gestão do BES e do GES.

 

"O banco que não precisava de capital público estoirou e a troika não percebeu", ironizou Ulrich. 




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