Banca & Finanças O que disse Carlos Tavares na oitava audição da comissão de inquérito ao Banif

O que disse Carlos Tavares na oitava audição da comissão de inquérito ao Banif

O presidente da CMVM esteve cerca de três horas na comissão de inquérito ao Banif mas poucas novidades trouxe. Ainda assim, ainda há muitas dúvidas, razão pela qual foram pedidos novos documentos a várias entidades.
O que disse Carlos Tavares na oitava audição da comissão de inquérito ao Banif
Bruno Simão/Negócios
Diogo Cavaleiro 13 de abril de 2016 às 21:21

Foi uma das audições mais curtas da comissão de inquérito ao Banif. Carlos Tavares falou sobre a negociação de acções e voltou a frisar que é preciso mudar a supervisão.

 

Segundo Carlos Tavares, não há indícios de crimes na negociação de acções na Bolsa de Lisboa.

 

Mesmo assim, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários quis saber qual a origem da notícia da TVI, que causou perdas nas acções do banco na semana antes da resolução.

 

Na sua audição, com críticas ao actual sistema de supervisão, Carlos Tavares distinguiu as obrigações emitidas pela Rentipar, antiga dona do Banif, do papel comercial da ESI e Rioforte vendido pelo BES.

 

Entretanto foram pedidos vários documentos. O Bloco de Esquerda quer os documentos enviados pelo Banco de Portugal mas sem partes truncadas.

 

Os deputados também pretendem conhecer os pormenores da proposta de um fundo de Hong Kong, noticiada pelo Público, que propunha 700 milhões de euros pelo Banif em Maio de 2015.

 

Já o PCP trouxe o tema da Arrow Global, para onde vai trabalhar Maria Luís Albuquerque, pedindo a correspondência entre o grupo com o Governo, o Fisco e o próprio Banif.

 




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