Banca & Finanças O que disse Luís Amado na terceira audição da comissão de inquérito ao Banif

O que disse Luís Amado na terceira audição da comissão de inquérito ao Banif

O presidente da administração do Banif entre 2012 e 2015, ano da resolução do banco, mostrou-se desiludido com a queda do banco. Luís Amado admitiu que a Guiné Equatorial esteve na corrida pelo banco mas não sabe porque recuou.
O que disse Luís Amado na terceira audição da comissão de inquérito ao Banif
Miguel Baltazar/Negócios
Diogo Cavaleiro 30 de março de 2016 às 22:19

Enquanto Jorge Tomé era o presidente da comissão executiva do Banif, Luís Amado foi o presidente da administração do banco. O antigo ministro socialista esteve na comissão de inquérito ao banco fundado por Horácio Roque durante quatro horas e meia.

 

"Sensação de morrer na praia". Foi assim que Luís Amado admitiu ter-se sentido quando a resolução do Banif foi determinada, já que diz ter-se empenhado bastante no plano de reestruturação do banco, que nunca foi considerada suficiente pela Direcção-Geral da Concorrência.

 

Um dos esforços feitos foi a procura por investidores, fosse na China ou no Golfo Pérsico. Mas não foi possível concretizar. Porque não havia um plano de reestruturação aprovado por Bruxelas nem havia vontade do Governo.

 

Luís Amado também falou da Guiné Equatorial, de onde vieram investidores interessados em comprar o banco. Mas que acabaram por recuar. O ex-ministro não sabe porquê.

 

Sobre o caminho até à resolução do banco, o antigo governante do PS deixou uma farpa ao Banco de Portugal, que acusa de ter actuado tardiamente depois da notícia da TVI que apontava para o fecho do banco.

 

 




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