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Parvalorem avança para rescisão com maioria dos trabalhadores. Uma centena ficará na empresa

A empresa que gere os activos do BPN vai avançar com um processo de rescisões amigáveis que vai abranger “a maioria dos trabalhadores”. Em Julho Maria Luís Albuquerque revelou que as rescisões podiam afectar cerca de 200 trabalhadores. A empresa irá ficar com “apenas uma centena de efectivos”.

Bruno Simão/Negócios
Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 26 de Novembro de 2013 às 16:38
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A Parvalorem, que gere os activos do ex-BPN, anunciou que vai avançar com um processo de rescisões amigáveis que vai abranger a maioria dos trabalhadores, numa decisão que tomou de forma a procurar reduzir para uma centena o número de funcionários.

 

A notícia é avançada em comunicado publicado no “site” dos Sindicados dos Bancários da Febase, que dá conta da intenção da abertura do processo de rescisões de contrato de trabalho por mútuo acordo. A decisão teve parecer favorável do Governo, que tutela a empresa pública.

 

“O processo envolverá a maioria dos trabalhadores da empresa pública”, lê-se no comunicado dos Sindicatos dos Bancários do Norte da Febase. O Negócios procurou obter um comentário junto da Parvalorem, não tendo recebido resposta até à publicação desta notícia.

 

A Parvalorem é a empresa constituída para gerir parte dos activos do antigo BPN, que foi vendido e transformado no Banco BIC. Antes da incorporação no BIC, a empresa tinha cerca de 700 funcionários, tendo o BIC absorvido alguns dos trabalhadores.

 

Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças, já tinha revelado, em Julho, que se ia avançar com um processo de rescisão com mais de 200 trabalhadores por não serem necessários na estrutura da empresa. 

 

A empresa “pretende ficar nos seus quadros de pessoal com apenas uma centena de efectivos”, refere o comunicado da Febase que cita informação comunicada pela administração da empresa. 

 

O processo de rescisões terá duas fases e a administração adiantou que “a primeira será a mais vantajosa para os trabalhadores que optarem por deixar a empresa”. Ainda assim os “sindicatos vão acompanhar o processo, não permitindo qualquer espécie de pressão sobre os trabalhadores”, afiança o comunicado.

 

(Notícia actualizada às 19h30 com a informação que tinha sido já avançada pela ministra das Finanças, em Julho, sobre o número de trabalhadores que deviam ser dispensados)

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