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PSD junta-se à esquerda e questiona direitos dos trabalhadores do Banif

O Banif foi dividido em três e os trabalhadores distribuídos pela parte adquirida pelo Santander Totta e pelo veículo de gestão de activos. O PSD quer saber quais as garantias dadas.

Bruno Simão
Rui Peres Jorge rpjorge@negocios.pt 22 de Dezembro de 2015 às 22:13
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Ao longo da audição de Mário Centeno, o futuro dos trabalhadores do Banif esteve entre as preocupações de várias bancadas parlamentares, à esquerda, mas também entre o Partido Social Democrata.

 

"Como chegam a este acordo com o Banco Santander que resulta no negócio de receber 11 mil milhões de euros de activos, pagando 150 milhões de euros, e não garantem nada para os  trabalhadores, balcões, de presidência da diáspora", questionou António Leitão Amaro, deputado do PSD na audição de comissão parlamentar de Finanças.

 

O Governo, pela voz do representante da pasta das Finanças, limitou-se a afirmar que ficaram garantidos os direitos dos trabalhadores, na medida em que mantiveram contratos de trabalho. Mas mais não afirmou.

 

Os sindicatos da Febase elogiaram a passagem de trabalhadores para o Totta, no âmbito da medida de resolução ao Banif, mas não comentaram o facto de parte dos funcionários ter sido transferido para um veículo de gestão de activos, onde ficaram os bens que o comprador não quis.

 

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