Banca & Finanças Remuneração de Ulrich em 2015 baixou para 592 mil euros

Remuneração de Ulrich em 2015 baixou para 592 mil euros

A remuneração total atribuída ao conselho de administração do BPI ascendeu no ano passado a 3,54 milhões de euros, contra 6,11 milhões em 2014.
Remuneração de Ulrich em 2015 baixou para 592 mil euros
Pedro Trindade/Negócios
Negócios 06 de abril de 2016 às 20:29

Em 2015, o presidente executivo do BPI auferiu 592.384 euros, dos quais 462.000 euros a título de remuneração fixa, 7.676 euros a título de diuturnidades e 122.708 euros por conta da remuneração variável paga aos membros da Comissão Executiva do Conselho de Administração que exerceram funções no exercício de 2013, refere o relatório do governo das sociedades divulgado na CMVM.

No ano anterior, Fernando Ulrich recebeu uma remuneração fixa de 440.833 euros, mais 133.000 euros de remuneração variável referente ao exercício de 2010 [remuneração atribuída em 2011, referente a 2010, e cujo pagamento se encontrava sujeito ao prazo de diferimento e à verificação da condição de acesso à remuneração diferida], bem como 7.202 euros de diuturnidades. O total foi, assim, de 581.035 euros.

No entanto, o reembolso total do empréstimo do Estado ao BPI resultou num aumento da remuneração fixa dos administradores do banco, pelo desempenho das suas funções em 2014, e também numa reposição dos cortes sofridos anteriormente e no pagamento da remuneração variável do exercício de 2012. 

Isso levou a que Ulrich, entre a remuneração de 2014 e a reposição dos cortes durante a ajuda estatal, tivesse levado para casa, em 2014, um total de 1,1 milhões de euros.

Por seu lado, o presidente do conselho de administração, Artur Santos Silva, auferiu no ano passado 159.300 euros (126.000 de remuneração fixa e 33.300 euros de senhas de presença), contra 235 mil euros em 2014 (valor que incluía a reposição dos cortes sofridos durante a vigência da ajuda estatal).

Já o total da remuneração ao conselho de administração do BPI foi no ano passado de 3.547.970 euros, incluindo remuneração fixa, diuturnidades, prémios de antiguidade e senhas de presença), contra 3.119.729 euros em 2014. No entanto, a esses 3,11 milhões pagos ao "board" em 2015 somaram-se 3 milhões por conta da compensação pelos cortes anteriormente implementados e a título do desempenho de funções (cuja remuneração teve um aumento), pelo que o total recebido pela administração foi de 6,11 milhões.




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