Banca & Finanças Separação do Citigroup poderia aumentar o valor de mercado em 57%

Separação do Citigroup poderia aumentar o valor de mercado em 57%

A separação do Citigroup em unidades mais pequenas poderia aumentar o seu valor de mercado em 57%, diz o banco de investimento Keefe, Bruyette & Woods.
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André Vinagre 21 de março de 2016 às 16:09

O Citigroup deveria considerar a separação em unidades menores porque o elevado capital faz com que seja difícil o banco ter um retorno aceitável, diz a KBW citada pela Bloomberg, esta segunda-feira, 21 de Março.

A empresa de serviços financeiros aconselha a que a separação seja feita em três fases: venda das unidades de consumo excluindo o México, venda dos "franchises" no México e dividir a restante cotada numa unidade de consumo e num banco global.

Esta separação iria fazer com que o valor do quarto maior banco norte-americano aumentasse para os 198 mil milhões de dólares (175 mil milhões de euros), mais 57% do seu valor actual.

"Um dos maiores benefícios de ficar mais pequeno é escapar ao ambiente regulatório actual", dizem os analistas da KBW.


Já em Fevereiro, o banco norte-americano tinha anunciado a venda do segmento da banca de retalho do Brasil, Argentina e Colômbia.

Na altura, a Bloomberg dizia que o CEO Michael Corbat tem vindo a reduzir o segmento de retalho do banco para simplificar a empresa, cortar nas despesas e impulsionar os resultados, e recorda que em Outubro de 2014 o grupo anunciou planos para a saída do segmento da banca de consumo em 11 mercados.

"A regulamentação e os requisitos de capital são tão altos que estes bancos não conseguem obter um retorno aceitável para os accionistas", justifica Tom Michaud, CEO da KBW.




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