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Sobrinho: "Era impossível o BESA dar créditos a empresas relacionadas a mim"

"Era impossível dar créditos a mim próprio. A lei angolana proíbe créditos a partes relacionadas", disse Álvaro Sobrinho.

Bruno Simão/Negócios
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 18 de Dezembro de 2014 às 17:53
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Álvaro Sobrinho recusa a ideia de que o próprio tenha recebido créditos do BES Angola, que liderava, através de sociedades a sim relacionadas.

 

"A resposta é assim: era impossível dar créditos a mim próprio. A lei angolana proíbe créditos a partes relacionadas", respondeu Sobrinho à deputada bloquista Mariana Mortágua, na comissão parlamentar de inquérito à gestão do BES e do GES.

 

O Expresso noticiou, em Junho, que se acredita que o BESA cedeu créditos a sociedades ligadas a Álvaro Sobrinho enquanto este era o presidente daquele banco (de 2002 a 2012).

 

A resposta de Sobrinho foi dada na segunda pergunta sobre o mesmo tema, já que, na primeira questão, o antigo gestor se recusou a responder: "Já extrapolei muito o limite sobre a informação dos clientes de Angola. Mais do que isso não posso".

 

Sobrinho garantiu que nem a Newshold nem a Pineoverview receberam dinheiro do BES Angola. Este banco, em que o BES tinha mais de 50%, cedeu créditos de 5,7 mil milhões de dólares a que se perdeu o rasto. O BES tinha uma exposição superior a 3 mil milhões de euros, o que justificou que dois terços dos 4,9 mil milhões de euros injectados no Novo Banco. 

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