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Taxa máxima dos cartões de crédito desce para mínimo nos 15,3%

A taxa máxima a vigorar no quarto trimestre é de 15,3%, valor que é o mais baixo de sempre e também foi atingido há dois anos.

Negócios jng@negocios.pt 09 de Setembro de 2020 às 15:33
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A taxa máxima que os bancos podem cobrar aos clientes nos cartões de crédito vai voltar a descer no quarto trimestre deste ano, atingindo mesmo o valor mais baixo desde o que o regulador impõe tetos máximos.

 

De acordo com o Banco de Portugal, a taxa máxima a vigorar no quarto trimestre é de 15,3%, o que corresponde a um novo mínimo histórico e representa uma descida de 2 décimas face ao terceiro trimestre (15,5%) e 4 décimas contra os últimos três meses do ano passado (16,1%).

O anterior mínimo tinha sido fixado também nos 15,3% no quarto trimestre de 2018.

 

Em sentido inverso, no crédito pessoal (para educação, saúde e energias renováveis e locação financeira de equipamentos) a taxa máxima vai aumentar para 6,7% (contra 6,3% no terceiro trimestre). No crédito ao consumo para outros fins, a taxa sobe 6 décimas para 13,4%.

 

No que diz respeito ao crédito automóvel, as taxas máximas desceram numas  modalidades e sobem noutras, fixando-se em 4,1% na locação financeira ou ALD para carros novos.

 

O Banco de Portugal passou a estabelecer no final de 2010 as taxas de juro máximas aplicáveis aos contratos de crédito ao consumo para combater práticas de usura.

 

Segundo a lei, as "taxas máximas para cada tipo de crédito são determinadas com base nas Taxas Anuais de Encargos Efectivas Globais (TAEG) médias praticadas no mercado pelas instituições de crédito no trimestre anterior, acrescidas de um quarto" e a "a taxa máxima de qualquer tipo de crédito não pode exceder a TAEG média da totalidade do mercado do crédito aos consumidores, acrescida de 50%".

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