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Zeinal Bava tenta limitar informações à sua saída da PT SGPS em 2013

Zeinal Bava saiu da PT SGPS em Junho de 2013 e é nesse ponto que está a colocar a informação sobre a aplicação dos excedentes de tesouraria da empresa.

Miguel Baltazar
Alexandra Machado amachado@negocios.pt 26 de Fevereiro de 2015 às 17:09
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"Não me posso reportar a períodos posteriores a 4 Junho de 2013", declarou Zeinal Bava, fazendo referência à data em que saiu da PT SGPS. Manteve-se na PT Portugal e na Oi, mas Zeinal Bava fez questão de frisar que a tesouraria estava centralizada na PT SGPS, que passou a ser presidida por Henrique Granadeiro.

 

Já referiu a data da sua saída da SGPS por várias vezes. E assumiu, ainda, que na PT sempre se trabalhou para o universo Espírito Santo "no pressuposto que estávamos a trabalhar com a mesma entidade".

 

A aplicação do excedente de tesouraria da PT era, a partir de uma ordem de serviços de 2004, da responsabilidade do presidente executivo, administrador financeiro e director financeiro, mas a partir de 2010 deixou de ser necessária aprovação da comissão de auditoria. "Não são compatíveis com o timing de decisão" de ser solicitada aprovação antes da aplicação pelos órgãos de supervisão.

 

"Até 4 de Junho, quando saí da PT, não me lembro de uma única auditoria interna ou auditor externo terem referido alguma vez que não se cumpriram regras estabelecidas". "Incluindo auditor externo", frisou Zeinal Bava.

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