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Comércio diz que economia informal pode disparar com novo Orçamento

À Renascença, João Vieira Lopes da CCP diz-se preocupado com a “enorme carga fiscal” prevista no Orçamento. A confederação é recebida esta terça-feira, 9 de Fevereiro, por António Costa.

João Vieira Lopes CCP
Miguel Baltazar
Negócios jng@negocios.pt 09 de Fevereiro de 2016 às 11:58
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A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) acredita que a "enorme carga fiscal" que consta da proposta do Orçamento do Estado para 2016 poderá representar um aumento da economia informal. Tal acabaria por prejudicar os cofres públicos em vez de gerar mais receita.

"Vai haver uma desmotivação da utilização de cartões, um aumento das vendas em dinheiro líquido, o que vai dificultar o controlo fiscal em relação aos movimentos de todas as empresas no mercado", posicionou o presidente João Vieira Lopes à Renascença.

A CCP diz querer "perceber melhor qual é o tipo de compensação fiscal que o Governo está a pensar realizar em termos dos grandes operadores na área dos transportes de passageiros e de mercadorias". Nesse sentido, reúne-se esta terça-feira, 9 de Fevereiro, com o primeiro-ministro António Costa.

João Vieira Lopes lamentou ainda que a proposta do Orçamento do Estado para 2016 tenha mantido a taxa de IRC em 21%, ao contrário da redução prevista pelo anterior Executivo.

A confederação destaca como elemento positivo o empenho na simplificação administrativa, pelo impacto ao nível da redução de custos de contexto para as empresas.

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