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BESI reitera recomendação de "comprar" para a Mota-Engil

Os analistas reiteraram a recomendação que têm para a construtora, com os resultados a permanecerem "pouco alterados" num contexto adverso em Portugal. "Novos contratos internacionais compensam a dependência do mercado interno".

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 15 de Novembro de 2011 às 17:20
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O banco de investimento estima que a Mota-Engil tenha um resultado positivo de 11,3 milhões de euros nos três meses que terminaram a 30 de Setembro. Um resultado que implica um crescimento homólogo de 3% dos lucros, sendo que os custos financeiros mais elevados anularam, parcialmente, o bom desempenho operacional.

O banco de investimento prevê um crescimento de 16% do EBITDA no terceiro trimestre do ano, “suportado pela forte contribuição prevista para a construção na Polónia e na América Latina”. A região mais importante para os resultados da construtora é África, que conta para 55% do EBITDA estimado da unidade de Engenharia e Construção.

A unidade de Ambiente e Serviços “continua a dar resultados positivos” com as receitas a progredirem 18% em termos homólogos e o EBITDA a progredir 20% e a margem do EBITDA a ser de 20%. “Nas restantes unidades prevemos ligeiras melhorias nas margens de logística e actividade estável nas concessões de água”, acrescenta a nota de análise a que o Negócios teve acesso.

“Reiteramos a nossa recomendação de ‘comprar’”, conclui a nota de análise de previsão dos resultados da Mota-Engil, publicada hoje pelo BESI.

“Apesar da quebra [na actividade de construção] em Portugal, a Mota-Engil está a conseguir manter” o valor das encomendas “através da adição de novos contratos internacionais, compensando a sua dependência do mercado doméstico”, salienta o banco de investimento.

Os títulos da Mota-Engil encerram em baixa de 1,43%p ara 1,035 euros por acção e o preço-alvo do BESI para a cotada confere-lhe um potencial de subida de 102,8%.



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