Desporto Fisco espanhol recusa oferta "insignificante" de Ronaldo e segue via judicial

Fisco espanhol recusa oferta "insignificante" de Ronaldo e segue via judicial

A Agência Tributária da Espanha recusou a oferta feita por Cristiano Ronaldo com vista à regularização da sua situação fiscal. O fisco espanhol prosseguirá assim com a via judicial. Português acusado de fraude fiscal de quase 15 milhões de euros.
Fisco espanhol recusa oferta "insignificante" de Ronaldo e segue via judicial
getty, bloomberg
Negócios 19 de março de 2018 às 18:45

O Fisco espanhol vai continuar com a queixa judicial contra o futebolista português Cristiano Ronaldo, acusado de fraude fiscal no valor de 14,76 milhões de euros relativos aos direitos de imagem não declarados entre 2011 e 2014.

De acordo com a Europa Press, Ronaldo terá proposta à Agência Tributária da Espanha o pagamento de 4 ou 5 milhões de euros para regularizar a sua situação fiscal e ver fechado a acção judicial interposta contra o jogador do Real Madrid.

 

O Fisco espanhol considerou a proposta de Ronaldo "insatisfatória" e o montante proposto "insignificante" face aos quase 15 milhões de euros solicitados, segundo a mesma fonte.

 

Esta manhã, havia sido o jornal El Mundo a avançar que Cristiano Ronaldo teria proposto um "cheque em branco" às Finanças espanhola desde que estas renunciassem à via legal e ao pedido de prisão que impende sobre o futebolista. No entanto, segunda esta publicação também esta proposta teria sido rejeitada pelo Fisco. A Europa Press desmente a notícia avançada pelo El Mundo.

 

Seja como for, coincidente às duas notícias é o aparente facto de que as Finanças espanholas rejeitam renunciar à via legal contra o português que permanece acusado de fraude fiscal.


Em Junho do ano passado, foi noticiado que o "CR7" lesou o
 Estado espanhol num valor total de 14,76 milhões de euros.

 

O capitão da selecção portuguesa ter-se-á aproveitado de uma estrutura societária criada em 2010, um ano depois de ter sido contratado pelo Real Madrid e quando passou a ter residência fiscal no país vizinho, para "ocultar ao Fisco as receitas geradas em Espanha" através dos seus direitos de imagens.




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