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Fotogaleria: Espanha bicampeã europeia depois de golear Itália por 4-0

A Espanha sagrou-se hoje bicampeã europeia de futebol, ao golear a Itália por 4-0, na final do Europeu de futebol de 2012

Fotogaleria: Espanha bicampeã europeia depois de golear Itália por 4-0
Lusa 01 de Julho de 2012 às 21:48
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A Espanha sagrou-se hoje bicampeã europeia de futebol, ao golear a Itália por 4-0, na final do Europeu de futebol de 2012, disputada em Kiev, na Ucrânia, com arbitragem do português Pedro Proença.

David Silva (14 minutos), Jordi Alba (41) e os suplentes Fernando Torres (84) e Juan Mata (88) apontaram os tentos da formação espanhola, que se tornou a primeira a revalidar o título e também a conquistar três grandes competições consecutivas (Euro2008, Mundial2010 e Euro2012).

Os espanhóis, que também arrebataram o título em 1964 e conseguiram o resultado mais expressivo numa final, igualaram a Alemanha (vencedora em 1972, 1980 e 1996) na liderança do "ranking" de títulos europeus, com três.

Imperial Espanha faz história

Classe, futebol de nível superior e um adversário infeliz reduzido a 10 na última meia hora foram os ingredientes de novo título de campeão da Europa da Espanha, com expressivo 4-0 sobre a Itália, em Kiev, Ucrânia.

A maior goleada na história de finais europeias foi construída por David Silva (14), Jorge Alba (41) e os suplentes Fernando Torres (84) e Juan Mata (88): uma forma sublime de selar história inédita no futebol mundial, com dois títulos europeus intercalado por um mundial.

O "tiki-taka" promovido pelo experiente Vicente del Bosque e protagonizado por um conjunto de futebolistas de enorme talento, entrega e rigor tático revelou-se novamente imbatível e nem uma surpreendente Itália conseguiu colocá-lo em causa -- ao árbitro português Pedro Proença coube a honra de dirigir o encontro.

Tirando os minutos iniciais, em que os transalpinos transpiravam atitude e levaram os "tiffosi" a acreditar, a história teve sempre um final esperado, com a supremacia de uma seleção sem paralelo na história.

A Itália entrou a todo o gás, determinada, a querer mostrar todo o seu potencial, mas rapidamente a Espanha pegou no jogo: começou por "secar" o motor Pirlo (mal se viu nesta final) e depois espalhou o seu perfume pelo relvado de Kiev, num hino ao futebol técnico.

O triunfo começou a ser desenhado em lance envolvente que levou Cesc Fabregas (14 minutos) à linha de fundo para um curto cruzamento atrasado para a cabeça vitoriosa de David Silva.

Face à pressão alta contrária e com os seus criativos manietados, a Itália tinha imensas dificuldades em organizar-se ofensivamente e optava por jogo direto para Cassano e Balotelli, mas sem resultados: remates à entrada da área, de Cassano (32) e Montolivo (44), foram o maior susto para o atento Casillas.

No melhor lance, Cassano ainda tirou dois adversários do caminho, mas o remate entre as pernas de Piqué foi pouco ameaçador.

Apesar do enganador equilíbrio das estatísticas (oito remates, cinco deles à baliza para cada uma das equipas e 53 por cento de posse de bola italiana ao intervalo), a Espanha era claramente mais equipa, sendo letal em situações em que poucos adivinham perigo.

E foi assim que Xavi (41 minutos) colocou a bola entre dois defesas para a corrida de Jordi Alba, que, perante Buffon, não hesitou e apontou o segundo.

A segunda parte começou com Di Natale (46), que substituiu Cassano, a cabecear liberto, mas por cima, dispondo ainda de situação mais soberana quando aos 51 atirou, à meia volta, e Casillas defendeu instintivamente.

A reação e aspirações transalpinas esfumaram-se pouco depois com a lesão muscular do recém-entrado Thiago Motta (60 minutos), que deixou a equipa reduzida a 10, esgotadas as substituições.

O querer da Itália ficou ainda mais longe do poder e a Espanha controlou a seu belo prazer, acabando por sentenciar a partida aos 84: recuperação de bola no ataque, Xavi lança Torres e este atira para fora do alcance de Buffon.

"El niño" participou ainda no quarto golo, desmarcando-se e atrasando para o remate do também suplente Juan Mata, que completou o castigo à Itália.

Pedro Proença esteve ao nível do espectáculo, registando-se apenas uma situação sensível quando, aos 49 minutos, os espanhóis reclamaram grande penalidade, quando um cabeceamento de Sérgio Ramos foi ao braço de Bonucci.
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