Start-ups 400 alunos internacionais vão estar em Cascais em Julho a aprender a lançar uma start-up

400 alunos internacionais vão estar em Cascais em Julho a aprender a lançar uma start-up

De 15 de Julho a 3 de Agosto, 400 estudantes internacionais e 100 portugueses vão estar em Cascais para participarem no programa de empreendedorismo da European Innovation Academy.
400 alunos internacionais vão estar em Cascais em Julho a aprender a lançar uma start-up
Reuters
Ana Laranjeiro 27 de fevereiro de 2018 às 10:00

Quatro centenas de estudantes internacionais e 100 portugueses vão estar, entre 15 de Julho e 3 de Agosto, em Cascais a participar no programa de empreendedorismo European Innovation Academy (EIA). Este programa dura 15 dias e tem, refere o comunicado enviado às redacções, "como principal objectivo fomentar o empreendedorismo junto de estudantes universitários, através da metodologia desenvolvida por representantes da Universidade de Berkeley, Universidade de Stanford e da Google".

"Esta é a forma mais rápida, em todo o mundo, para se testar uma ideia de negócio, na medida em que no período de apenas três semanas os participantes seguem todos os passos para criarem a sua empresa – desde a ideia ao lançamento. Trata-se de uma experiência completa de como é lançar uma start-up, ao longo de um programa que inclui diversas ferramentas de treino e competências para tornar os participantes em verdadeiros empreendedores", refere o comunicado.
 

Durante estas três semanas, os alunos vão poder ter sessões de mentoring e desenvolvimento de tarefas, "onde têm a oportunidade de trabalhar em conjunto com profissionais e docentes de instituições de referência parceiras da iniciativa, com experiência comprovada em empreendedorismo, e que os guiam durante todo o programa".

Anni Sinijarv, CEO da European Innovation Academy, defende, em comunicado, que os alunos que têm participado nestes eventos "adquirem acesso uma rede internacional e capacidades únicas necessárias para construírem uma carreira de sucesso".

Esta academia tem como parceiros o Santander Universidades e a Câmara Municipal de Cascais. A Beta-i, a Universidade Nova de Lisboa e a Daimler AG apoiam a iniciativa. 




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comentários mais recentes
Anónimo 27.02.2018

Tadfinhos deles!

Camponio da beira 27.02.2018

As que t~em tido mais sucesso cá, são as startups à base de corrupção.

Anónimo 27.02.2018

O comuno-socialismo luso, presente em todos os sindicatos e em muitos partidos de Portugal, obedece a uma intrigante lógica que agita a bandeira da educação mas que quando vê alguém que se educou e foi capaz de inovar ao ponto de fazer desaparecer onerosas e ineficientes carreiras que garantem postos de trabalho obsoletos pagos por contribuintes, consumidores, investidores e trabalhadores com real procura de mercado, levanta de imediato uma bandeira especial do trabalho e diz, em mau tom, ao inovador educado, para fugir do país ou mudar compulsivamente de ocupação abdicando dos potenciais rendimentos que adviriam da inovação conseguida. O comuno-socialismo é psicopata e criminoso. Uma verdadeira doença mental grave, perigosa para todo e qualquer cidadão esclarecido que se lhe oponha.

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