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Accionistas rejeitam contas do veículo do BPP que tem 2,3% do BCP

Os accionistas da Privado Financeiras (PF), o veículo criado pelo Banco Privado Português (BCP) para investir em acções do Banco Comercial Português, preparam-se para rejeitar as contas da sociedade assim como as restantes propostas que vão ser submetidas à assembleia geral, que tem lugar hoje em Bruxelas.

Maria João Gago mjgago@negocios.pt 31 de Agosto de 2009 às 00:01
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Os accionistas da Privado Financeiras (PF), o veículo criado pelo Banco Privado Português (BCP) para investir em acções do Banco Comercial Português, preparam-se para rejeitar as contas da sociedade assim como as restantes propostas que vão ser submetidas à assembleia geral, que tem lugar hoje em Bruxelas.

Esta posição tem dois objectivos. Por um lado, ganhar tempo para tentar encontrar uma solução para a ameaça de insolvência que paira sobre a PF. Por outro, manifestar descontentamento face aos administradores fiduciários da sociedade, três belgas, e tentar assumir o controlo sobre este veículo.

À semelhança do que acontece com a Kendall, a sociedade que tem acções da Brisa, apresenta capitais próprios negativos, violando a disposição legal que determina a falência das empresas cuja situação líquida é inferior a metade do capital. Uma situação que não é alheia ao facto de a PF ter 2,3% do BCP, adquiridos com crédito bancário a preços em redor dos três euros, três vezes mais do que o actual valor dos títulos. Ainda assim, os investidores não estão dispostos a injectar dinheiro na sociedade.

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