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Acções do Finibanco atingem máximo de 2001

As acções do Finibanco atingiram hoje o valor mais elevado de quatro anos e meio, depois do presidente do banco ter admitido haver interesse de estrangeiros, apesar de ter afirmado que não pretende vender a sua posição de controlo. As acções subiram um má

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 27 de Junho de 2005 às 12:00
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As acções do Finibanco atingiram hoje o valor mais elevado de quatro anos e meio, depois do presidente do banco ter admitido haver interesse de estrangeiros, apesar de ter afirmado que não pretende vender a sua posição de controlo. As acções subiram um máximo de 7,52%.

Álvaro Costa Leite, principal accionista do Finibanco com 74%, admitiu ao Jornal de Negócios o interesse de bancos estrangeiros em comprar o banco que detém, mas afirma não estar vendedor da sua posição.

«Não tenho a menor dúvida de que o Popular, assim como outras instituições, esteja interessado em comprar o Finibanco». Mas Costa Leite garante não pretender vender o Finibanco. «Não estou vendedor», garantiu.

Os títulos do Finibanco avançavam 3,76% para os 1,38 euros, depois de terem subido um máximo de 7,52% para os 1,43 euros, o valor mais elevado desde Janeiro de 2001.

O responsável acrescentou ainda que desconhece a existência de qualquer proposta, ou demonstração de interesse.

O dono do Finibanco disse ainda que recentemente houve contactos de Américo Amorim, que detém 6% do Banco Popular, para tratar de assuntos, e que se poderão ter gerado rumores de negócios com o Popular a partir daí. Durante a semana passada houve rumores de que o Finibanco iria ser vendido aos espanhóis do Popular, mas Álvaro Costa desmentiu esta informação.

O Banco Popular desmentiu hoje estar em negociações para a aquisição do Finibanco, depois do jornal «Público» ter noticiado no Sábado que o Banco Popular poderia reforçar a sua presença em Portugal através da integração do Finibanco.

Num comunicado à CMVM, Costa Leite afirmou que «ao tomar conhecimento pela Imprensa, nomeadamente pelo jornal Público, que a minha participação no Finibanco estaria a ser negociada, resultando daí a sua integração no Banco Popular, cumpre-me esclarecer que venho há vários anos a ser abordado por representantes, ou pseudo representantes, de Instituições, no sentido da negociação da minha participação no Finibanco. A todos tenho dito que não».

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