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Acordo com Votorantim explica recusa da CGD em dar mais tempo a Fino

Empresário já foi informado da decisão do banco público de não prorrogar prazo para recompra dos 9,6% da Cimpor.

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A decisão da Caixa Geral de Depósitos de recusar o pedido de Manuel Fino para a prorrogação do prazo de recompra dos 9,6% da Cimpor, que foram entregues há três anos ao banco do Estado no âmbito de um acordo de reestruturação da dívida, já foi comunicada ao empresário, sabe o Negócios.

A explicação para a CGD não ter aceite o adiamento estará no acordo parassocial que o banco assinou em 2010 com a Votorantim. Este acordo previa que caso Manuel Fino exercesse a opção de compra daquela participação, o banco, que deixava de ter acções da cimenteira, teria de ir ao mercado adquirir 5%. Já se a opção não fosse exercida – o que veio a acontecer – o banco teria de manter os 9,6%.

Outra das razões que terão sido invocadas para não conceder à Investifino mais 18 meses está relacionada com o risco de uma desvalorização das acções da Cimpor poder vir a gerar imparidades para o balanço da Caixa.

Manuel Fino deixou ontem de ter a opção de recompra dos 9,6% da Cimpor, participação que passa agora a ser de plenos direitos do banco do Estado.


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