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“Acréscimo significativo" de procura nos supermercados, mas “sem ruturas”

O diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, Gonçalo Lobo Xavier, diz que “há um acréscimo significativo de procura, mas não se pode falar em ruturas”. Reposição de produtos pode levar mais tempo que o normal.

Bruno Colaço
André Veríssimo averissimo@negocios.pt 11 de Março de 2020 às 16:12
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O receio do contágio com o coronavírus está a levar a uma corrida aos supermercados, para a compra sobretudo de conservas, congelados e papel higiénico. Mas, por ora, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) garante que não há falta de produtos, embora a reposição de alguns bens possa demorar mais tempo.

"Há um acréscimo significativo de procura, mas não se pode falar em ruturas", garante Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da APED, em declarações ao Negócios. "O fluxo cresceu bastante nos últimos dois dias" e o responsável reconhece que a reposição de alguns produtos "pode demorar um a dois dias". Mas assegura que "há um esforço para que os níveis de reposição sejam ajustados", adaptando as operações de logística.


Gonçalo Lobo Xavier afirma que há também um crescimento significativo nas compras online, o que está a provocar alguns constrangimentos nas entregas.


Na terça-feira, a APED relatava à Lusa um "ligeiro aumento da procura de produtos" nos híper e supermercados, mas que as unidades estão a funcionar "com total normalidade".

Acrescentava ainda que "as empresas têm implementados procedimentos e planos de contingência robustos e eficientes, tendo sido reforçadas as medidas de higienização e a formação de equipas, para que a experiência em loja continue a decorrer em segurança e com normalidade".

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