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Administração da Curia considera «oportuna» OPA da Cidadela

A administração da Sociedade Águas da Curia considera que a Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pela Cidadela é «oportuna», por a mesma visar a consolidação da sua estrutura accionista, refere a empresa em comunicado.

Ricardo Domingos rdomingos1@gmail.com 18 de Fevereiro de 2003 às 21:28
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A administração da Sociedade Águas da Curia considera que a Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pela Cidadela é «oportuna», por a mesma visar a consolidação da sua estrutura accionista, refere a empresa em comunicado.

A Cidadela-Sociedade de Investimentos Turísticos anunciou o lançamento uma OPA obrigatória sobre os cerca de 12% do capital da Sociedade Águas da Curia que ainda não controlava a 7,56 euros por cada acção, num negócio que ascende a 368 mil euros.

O conselho de administração da Curia manifesta-se favoravelmente em relação à oportunidade de lançamento da oferta pela Cidadela», afirma a empresa em comunicado, acrescentando que «nada tem a opor quanto ao objectivo da Cidadela em recorrer ao mecanismo de aquisição potestativa».

Segundo a administração da Curia, a OPA consolida a estrutura accionista da Curia, de forma a «assegurar uma estabilidade accionista que vise apoiar o desenvolvimento estratégico da sociedade no âmbito do negócio social que tem vindo a desenvolver».

A Cidadelas detém 351.322 acções representativa de 87,852% dos direitos de voto da Sociedade Águas da Curia.

O Banif é o intermediário financeiro desta operação, tendo a oferente obrigado-se a lançar uma oferta potestativa sobre o capital não adquirir nesta transacção, caso consiga passar a deter mais de 90% dos direitos de voto daquela sociedade.

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