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Administrador da CGD demite-se do Comité de Investimentos da PT

Jorge Tomé, administrador da CGD e membro não-executivo do Conselho de Administração da Portugal Telecom, demitiu-se do Comité de Investimentos da operadora, na sequência dos controversos investimentos da operadora na Ongoing International. A notícia está a ser avançada pela edição online do semanário Expresso".

Eva Gaspar egaspar@negocios.pt 21 de Outubro de 2009 às 14:33
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Jorge Tomé, administrador da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e membro não-executivo do Conselho de Administração da Portugal Telecom (PT), demitiu-se do Comité de Investimentos da operadora, após a polémica sobre os investimentos que o Fundo de Pensões da PT e a PT Prestações fizeram na Ongoing International.

A notícia está a ser avançada pela edição online do semanário “Expresso”.

Contactada pelo Negócios, fonte da Caixa Geral de Depósitos não comenta a notícia.

Jorge Tomé tem sido a voz mais crítica em torno dos moldes em que foi feito o negócio. Tomé alega que o investimento na Ongoing só foi comunicado ao Comité de Investimentos da PT depois de estar concluído.

O administrador da CGD propôs ainda em Julho, numa reunião do conselho de administração da PT, “uma política geral para delimitar os negócios da operadora com os seus accionistas”. As actas dessa reunião, que foram noticiadas esta semana pela agência Lusa, revelam que, já na altura, Jorge Tomé disse que "gostaria que a exposição com partes relacionadas fosse subordinada à definição de uma política de delimitação", uma vez que o Fundo de Pensões da PT, tem "uma exposição com partes relacionadas, nomeadamente o investimento de private equity da Ongoing e acções do BES".

A PT, através do Fundo de Pensões, aplicou 75 milhões de euros em fundos geridos pela Ongoing International, do grupo Ongoing, que detém 7% das acções da operadora.
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