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Administradores da Sonaecom com quebra de 7% nos salários

Os salários dos administradores executivos e não executivos da Sonaecom evidenciaram uma quebra de 7%para um total de 1,645 milhões de euros em 2005. De acordo com o relatório e contas da empresa liderada por Paulo de Azevedo, e tal como no caso da Portug

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 28 de Março de 2006 às 07:03
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Os salários dos administradores executivos e não executivos da Sonaecom evidenciaram uma quebra de 7%para um total de 1,645 milhões de euros em 2005. De acordo com o relatório e contas da empresa liderada por Paulo de Azevedo, e tal como no caso da Portugal Telecom, a remuneração total tem uma parcela fixa e outra variável.

A componente fixa registou um crescimento de 4%para os 1,17 milhões de euros, enquanto a componente variável dos salários (bónus de desempenho) sofreu um corte de 27% para os 475.288 euros.

Os prémios de desempenho dos administradores executivos (os não executivos não recebem bónus), segundo a empresa, "representam a melhor estimativa relativa ao ano de

2005", sendo que o valor final foi calculado e atribuído em Março de 2006, após a avaliação e a aprovação por parte do Comité de Nomeação e Remuneração (CNR) que é constituído por quatro membros, nomeadamente o presidente do conselho de administração, o CEO e dois administradores não executivos independentes.

Além da remuneração fixa e variável, os administradores executivos auferem de outros benefícios de acordo comos Planos de Prémio de Desempenho Diferidos e que passam

pela atribuição de acções e de opções que têm como subjacente as acções da Sonaecom e da Sonae SGPS.

No final de 2005, Belmiro de Azevedo era titular de 75.537 acções da Sonaecom, enquanto o filho Paulo de Azevedo tinha em carteira 315.795 títulos.

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