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AdP com resultados negativos de 33 milhões em 2006

O Grupo Águas de Portugal (AdP) encerrou o exercício de 2006 com resultados negativos de cerca de 33 milhões de euros. O volume de negócios subiu 15% para 532,7 milhões de euros. Já o EBITDA cresceu 18% para 284,3 milhões, reflectindo o acréscimo de activ

Tânia Ferreira tf@negocios.pt 07 de Maio de 2007 às 12:47
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O Grupo Águas de Portugal (AdP) encerrou o exercício de 2006 com resultados negativos de cerca de 33 milhões de euros. O volume de negócios subiu 15% para 532,7 milhões de euros. Já o EBITDA cresceu 18% para 284,3 milhões, reflectindo o acréscimo de actividade e do serviço prestado.

A empresa de capitais públicos, presidida por Pedro Serra, justifica os resultados líquidos negativos com a resolução de problemas estruturais da actividade internacional e com o reforço do fundo de pensões da EPAL.

Sem isto, "os resultados do grupo seriam de cerca de 13,1 milhões de euros positivos, apenas ligeiramente inferiores aos do ano anterior", garante a AdP em comunicado.

Tal como o Jornal de Negócios já tinha avançado, a "holding" pública para o sector das águas informa hoje que o reforço do fundo de pensões levado a efeito pela EPAL no valor de 7,3 milhões de euros, "contribuiu decisivamente para o resultado registado pelo Grupo AdP em 2006".

Já a Unidade de Negócio Internacional (UNI) teve um contributo de 53,9 milhões de euros negativos.

Este valor incorpora as operações de desinvestimento em Cabo Verde (Electra) (-15 milhões de euros) e registo de provisões para a participação que a AdP detém na Prolagos (Brasil) (-24,3 milhões de euros), cujas negociações para a venda da participação se encontram em curso.

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