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Águas de Portugal lucrou mais 18,7% no primeiro semestre

A “holding” estatal para as águas e resíduos melhorou os seus resultados até Junho, beneficiando do cancelamento de dois contratos de cobertura de risco e também do crescimento no plano operacional, informou a Águas de Portugal.

Correio da Manhã
Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 02 de Setembro de 2013 às 17:31
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O grupo Águas de Portugal (AdP) encerrou o primeiro semestre deste ano com um resultado líquido positivo de 55,3 milhões de euros, 18,7% acima do lucro de 46,6 milhões de euros alcançado no período homólogo do ano passado.

 

O aumento do lucro da AdP deveu-se principalmente a uma melhoria dos resultados financeiros, associada ao cancelamento de dois contratos de cobertura de risco financeiro da “holding” estatal para o sector de águas e resíduos, segundo o relatório e contas semestral da Parpública, que controla a AdP.

 

De acordo com um comunicado da AdP, o EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciações  e amortizações) subiu 11%, situando-se em 171,7 milhões de euros no final de Junho. O volume de negócios aumentou 28 milhões de euros, indica ainda o comunicado da AdP.

 

“Os desvios tarifários do primeiro semestre de 2013 atingiam 26,4 milhões de euros, valor que representa uma diminuição de 63% em relação ao registado no primeiro semestre do ano anterior. Para este desempenho contribuíram a melhoria da performance das empresas do grupo bem como a descida da “yield” média das Obrigações do Tesouro a 10 anos, a que está indexada a remuneração garantida da maioria das concessionárias do grupo AdP”, refere ainda o grupo.

 

Por outro lado, verificou-se uma diminuição do volume de investimento, que passou de 119,6 milhões de euros na primeira metade de 2012 para 61,5 milhões em 2013.

 

“No primeiro semestre avançámos apenas com os projectos que já estavam em curso, sendo que até ao final do ano iremos certamente alavancar o nível de investimento, especialmente nas empresas mais recentes que ainda têm pela frente um conjunto muito alargado de obras a lançar no terreno”, explicou Afonso Lobato de Faria, presidente do conselho de administração da AdP, citado em comunicado.

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