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Ainda se lembra do Paquete Funchal?

Rui Alegre, que esteve no grupo Amorim até 2007, resgatou o Paquete Funchal da falência. E vai pô-lo em alto mar, a fazer cruzeiros turísticos, a partir de terça-feira, 6 de Agosto.

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Alexandra Machado amachado@negocios.pt 03 de Agosto de 2013 às 10:00

O renascimento do Paquete Funchal custou pelo menos 10 milhões de euros. Todo o navio foi renovado, nada estava em condições. Parado há três anos está agora pronto para nova vida. 

 

"O turismo é um bicho que tenho cá dentro", declarou ao Negócios Rui Alegre, que agora é armador e responsável por ter resgatado o Paquete Funchal à falência.

 

O Paquete Funchal foi inaugurado em 1961 e era parte da marinha mercante portuguesa. O Funchal é, agora, "o único navio vivo da história da marinha mercante nacional", diz Rui Alegre, que apresentou o novo Funchal na quinta-feira, 1 de Agosto, dia em que foi oficialmente inaugurado com a presença do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho.

 

Rui Alegre é presidente da Portuscale Cruises, que adquiriu, em Fevereiro deste ano, não apenas o Funchal, mas os outros três navios arrestados que eram detidos pela Classic International Cruises. A frota, de quatro navios, estará toda em alto mar no próximo ano.

 

O Funchal é o primeiro a ficar concluído e a voltar a navegar. É um paquete pequeno (tem lugar para 550 passageiros), mas Rui Alegre explica que, assim, pode ser costumizado ao mercado. E a 6 de Agosto sai de Lisboa para a rota de posicionamento. Ficará em Gotemburgo, na Suécia, para três cruzeiros pensados para esse mercado - Cabo Norte, Fiordes da Noruega e Escócia. O cruzeiro que o fará regressar a Lisboa tem os vinhos como tema. No mesmo dia em que chega, 20 de Setembro, logo partirá para um cruzeiro até e pelos Açores.

 

Rui Alegre promete que o Paquete Funchal estará no fim do Ano na Madeira. 

 

Ao lado do Funchal, a frota da Portuscale Cruises será integrada pelo Azores, Porto e Lisboa. Os quatro navios implicam um investimento de 20 milhões de euros na recuperação. Rui Alegre não revela quanto pagou para comprar os barcos e assumir as dívidas que tinham associados. Mas aponta uma meta de 50 milhões de euros de facturação em três anos.

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