Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Américo Amorim quer que accionistas portugueses tenham controle da Galp

O Grupo Américo Amorim espera que a sua participação na Galp Energia contribua para a formação de um grupo accionista português que venha a controlar a petrolífera nacional, afirmou hoje em comunicado.

Negócios negocios@negocios.pt 07 de Dezembro de 2005 às 13:28
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...

O Grupo Américo Amorim espera que a sua participação na Galp Energia contribua para a formação de um grupo accionista português que venha a controlar a petrolífera nacional, afirmou hoje em comunicado.

A Amorim Energia, sub-holding do Grupo Américo Amorim, assinou terça-feira um contrato para comprar a posição de 14,27% da EDP na Galp Energia e assegurou a opção de compra dos 18,3 % que a Rede Eléctrica Nacional (REN) tem na petrolífera.

«O Grupo Américo Amorim, enquanto grupo económico nacional, assegurará desta forma que um parceiro privado português assuma uma posição de relevo na Galp Energia e possa assim contribuir para a formação de um corpo accionista onde a posição nacional terá uma participação de controle», refere em comunicado citado pela agência Lusa.

A Amorim Energia quer contribuir para formar um grupo coeso e de longo prazo na petrolífera e espera ainda que a sua participação na Galp contribua para viabilizar a «concertação dos interesses em presença».

«O objectivo do Grupo Américo Amorim é o de acrescentar valor» e contribuir «para a formação de um núcleo coeso e de longo prazo, que assegure à Galp Energia as condições de estabilidade accionista e de gestão que a mesma carece para singrar no competitivo mercado em que desenvolve as suas diversas actividades», afirma.

A Amorim Energia assegura ainda que «tudo empenhará» para que se concretize, a curto prazo, a estratégia de transformar a Galp Energia num "player" ibérico de relevo na Península Ibérica.

A empresa espera contar com a colaboração dos «demais accionistas de referência» na concretização desse objectivo, «assegurada que esteja a devida protecção dos interesses nacionais», conclui.

Mais lidas
Outras Notícias