Telecomunicações Anacom quer fazer levantamento no terreno da TDT

Anacom quer fazer levantamento no terreno da TDT

Com várias associações, a Anacom quer perceber no terreno o que se passa com a televisão digital terrestre (TDT).
Anacom quer fazer levantamento no terreno da TDT
Miguel Baltazar
Alexandra Machado 13 de novembro de 2018 às 15:37
A Anacom quer fazer um levantamento "rua a rua, casa a casa" do que se passa com a televisão digital terrestre, divulgou esta terça-feira, 13 de Novembro, o presidente do regulador, João Cadete de Matos.

Na XXII conferência da ACIST (Associação Empresarial de Comunicações de Portugal), João Cadete de Matos revelou que está a trabalhar com várias associações, nomeadamente com a própria ACIST, com a Associação de Freguesias (Anafre) e com a associação de municípios (ANMP) para "fazer o primeiro levantamento no terreno de toda a situação, para fazer um diagnóstico preciso da situação". Um diagnóstico, concretizou, "rua a rua, casa a casa".

Isto para que se possa encontrar soluções para as situações em que haja famílias sem televisão que, acrescentou o mesmo responsável, "é um direito de todos". A Anacom quer aproveitar a libertação de frequências da TDT, que tem de ser feita de 2019 até Junho de 2020, para resolver os problemas.

Cadete de Matos reconheceu que no tema TDT "não é possível fazer um balanço muito positivo". E aí concordou com Paulo Moniz, presidente da ACIST, para quem "a TDT foi um tema mal resolvido no país". 

O presidente da Anacom reiterou ainda, na conferência da ACIST, a necessidade de os operadores partilharem as suas redes, nomeadamente ao nível móvel. Cadete de Matos insistiu na necessidade de se caminhar para o "roaming" nacional, algo a que os operadores têm revelado oposição, excepto nas situações de emergência.

Mas Cadete de Matos não larga o tema. "Gostaríamos que não fosse só nestas situações [de emergência]", colocando o assunto nas mãos dos municípios, governo e Parlamento. 



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