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Analistas agradados com os resultados da EDP em 2004

A Energias de Portugal (EDP) era a única empresa do PSI-20 que negociava em alta, com os analistas agradados com o desempenho, sobretudo a nível operacional, da empresa em 2004.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 02 de Março de 2005 às 10:17

A Energias de Portugal (EDP) era a única empresa do PSI-20 que negociava em alta, com os analistas agradados com o desempenho, sobretudo a nível operacional, da empresa em 2004.

A Energias de Portugal (EDP) [EDP] anunciou ontem, após o fecho do mercado, que registou resultados líquidos de 440,2 milhões de euros em 2004, um valor que representa um crescimento de 15,5% face ao obtido em 2003 e ficou, no geral, em linha com as estimativas dos analistas.

Os analistas do Credit Suisse First Bonton (CSFB) dizem que os lucros da maior eléctrica nacional «saíram abaixo do consenso do mercado, de 458 milhões de euros, mas em linha com as nossas previsões».

O analista Alfonso Zuloaga reiterou a recomendação de «neutral» para o papel, bem como o preço-alvo de 2,36 euros, considerando que a empresa está a negociar com um desconto de 5% face ao sector, com base no múltiplo EV/EBITDA.

O BPI diz que a nível operacional, o EBITDA (resultados antes dos juros, impostos, amortizações / depreciações) de 1,968 mil milhões de euros, bateu as previsões que se quedavam em 1,917 mil milhões de euros.

A nível do «bottom line», o números da EDP ficaram aquém, com o BPI a justificar com as perdas extraordinárias acima do esperado.

O Conselho de Administração da EDP também anunciou que vai propor o pagamento de um dividendo de 9,2 cêntimos por cada acção, o que representa um aumento face aos 8,6 cêntimos pagos este ano.

A UBS reiterou igualmente a recomendação de «compra» para as acções da eléctrica, bem como o «target» de 2,60 euros.

Numa nota de «research», citada pela agência Reuters, o banco diz que «no geral, acreditamos que os resultados da EDP são bons, com uma melhoria das subsidiárias brasileiras apesar de algumas revisões tarifárias provisórias, com corte de custos na distribuição e menores encargos financeiros».

Numa altura em que o PSI-20 [PSI20] perdia 0,21%, a EDP era a única acção a negociar em subida, de 0,45% para os 2,22 euros.

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