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Assembleia geral da Galp decide divisões accionistas

As propostas de alteração de estatutos da Galp Energia sobre as quais a assembleia geral de 6 de Maio vai decidir terão, para já, duas grandes consequências, caso sejam aprovadas: limitação da margem de manobra dos italianos da Eni na gestão da petrolífer

Negócios negocios@negocios.pt 28 de Abril de 2008 às 07:56
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As propostas de alteração de estatutos da Galp Energia sobre as quais a assembleia geral de 6 de Maio vai decidir terão, para já, duas grandes consequências, caso sejam aprovadas: limitação da margem de manobra dos italianos da Eni na gestão da petrolífera portuguesa, com poder de arbitragem reforçado por parte do accionista Estado e do presidente executivo da empresa, Ferreira de Oliveira.

O jornal "Público" adianta que, em declarado clima de tensão, os dois maiores accionistas da Galp ainda se entenderam quanto a uma clarificação de competências entre a comissão executiva e o conselho de administração, e que resultou numa proposta conjunta de alteração de estatutos. Mas este acerto não esconde a crescente divisão accionista, ainda mais nítida depois da saída do BPI, da Iberdrola e da Caixa Galicia, os três pequenos accionistas de referência que poderiam ter uma palavra.

A Amorim Energia, liderada por Américo Amorim, mas na qual conta sobretudo a posição dos angolanos da Sonangol, começou por apresentar um pedido de autorização da assembleia para limitar o poder da Eni, e acabou por juntar mais tarde uma adenda em que é ainda mais específica, sobre "acesso a informação sensível da Galp" relativamente a administradores em situação de incompatibilidade, de acordo com o novo código das sociedades comerciais.

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