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Autoeuropa investe 440 milhões de euros em 2004

A Autoeuropa vai investir a maior fatia do projecto de investimento, assinado hoje com o Estado, já no próximo ano. O objectivo é preparar a fábrica de Palmela para a produção do novo modelo a partir do final de 2005.

Tânia Ferreira tf@negocios.pt 30 de Dezembro de 2003 às 14:31
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A Autoeuropa vai investir a maior fatia do projecto de investimento, assinado hoje com o Estado, já no próximo ano. O objectivo é preparar a fábrica de Palmela para a produção do novo modelo a partir do final de 2005.

O construtor de automóveis alemão prepara-se para flexibilizar a estrutura produtiva da unidade de Palmela, para acolher o novo modelo, destinado a um mercado de nicho, e que será anunciado no primeiro trimestre de 2004, pela casa-mãe da Volkswagen.

No total, a Autoeuropa vai investir 600 milhões de euros, mais 100 milhões do que o montante anunciado há seis meses. O director-geral da Autoeuropa, Emílio Sáenz justifica este reforço com a «necessidade acrescida em ferramentas e prensas, depois de conhecido o novo modelo que precisa de novas plataformas para ser aqui construído».

À margem da assinatura do contrato de investimento com o Estado, o responsável disse ainda que a Autoeuropa estima a produção entre 50 e 70 mil veículos por ano do novo modelo».

A restante capacidade de produção será preenchida com os actuais modelos, Sharan, Alhambra e Galaxy, até atingir os cerca de 130 mil veículos por ano. A continuação do fabrico da Ford Galaxy está, no entanto, ainda em negociações.

O primeiro-ministro saudou o novo projecto de investimento, afirmando que «assegura a vida da nossa economia». Salientando que «é dever do Governo acarinhar e estimular o investimento de qualidade no nosso país», Durão Barroso disse ainda que «esta é uma boa notícia, não apenas para esta empresa, mas para todas as outras da fileira automóvel».

Autoeuropa beneficia de incentivos de 11,8% do investimento

A Autoeuropa vai beneficiar de um total de quase 71 milhões de euros, correspondentes a 11,8% do total do investimento, de incentivos financeiros e fiscais, no âmbito do regime contratual.

«Vai ser a primeira empresa a beneficiar da reserva fiscal», anunciou o ministro da Economia, Carlos Tavares.

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