Banca & Finanças Autoridades de supervisão discordam na perda de competências
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Autoridades de supervisão discordam na perda de competências

O grande ponto em comum entre as autoridades de supervisão, na resposta ao relatório do grupo de trabalho, é que não deve haver alguém externo a presidir a um organismo de coordenação. De resto, nem resolução, nem poderes de supervisão comportamental e macroprudencial geram concordância. As entidades não estão disponíveis para perder poderes.
Autoridades de supervisão discordam na perda de competências
Miguel Baltazar
Diogo Cavaleiro 15 de fevereiro de 2018 às 23:15

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mais votado A passo de caracol ! 16.02.2018

Em Janeiro de 2017 foi divulgada constituição de um grupo de trabalho
presidido por Carlos Tavares, para, em 2 meses,
apresentar proposta de reforma da supervisão financeira.
A mesma foi efetivamente tornada pública passados 8 meses,
e colocada em consulta até 20 de outubro do ano pretérito.
Agora, 3 meses depois, a supervisora dos Seguros e dos Fundos de Pensões,
veio a terreiro dizer de sua justiça,
não se encontrando na riqueza do conteúdo apresentado,
explicação para lentidão de organismo
de quem se esperaria exemplo público de presteza.
Mas , o passo de caracol,
parece não deixar de ser característica em alguns casos,
de instituição com antecedentes prestigiosos remontando a 1907,e que,
pelo menos no caso da supervisão dos Fundos de Pensões,
aparentemente tem “fechado os olhos”
ao facto da gestora de fundos de pensões da Caixa,
gerindo capitais alheios de vários biliões de €,
estar com uma administração com mandatos caducados
há mais de 2 (dois !) anos !

comentários mais recentes
RE: RE: A passo de caracol ! 16.02.2018

Administradores com mandatos caducados, continuam de facto a receber,
como é justo que aconteça pois não são responsáveis pela indeterminação em que têm de navegar.
De qualquer modo, a situação não deixa de ser altamente penosa para eles,
pela incerteza que se lhes depara perante o futuro.
Pior ainda, não deixa de ser negativa para os clientes/investidores que lhes confiaram os seus capitais para gerirem.
Isto porque, dependendo a qualidade de uma gestão de ativos, muito do grau de motivação de um gestor,
não se espera certamente que a motivação de alguém,
que não sabe se vai ou não ser reconduzido no seu cargo e como irá orientar o seu futuro,
possa ser estimulante de uma sempre imprescindível energia anímica
inevitavelmente condicionadora da qualidade dos resultados.
Portanto, e independentemente de quem possa ser a culpa,
com atrasos na nomeação de novas administrações, todos perdem:
os clientes, os administradores e a imagem da gestora e dos seus supervisores.

RE: A passo de caracol ! 16.02.2018

Os atrasos normalmente nunca acontecem por acaso. Ou há excesso de permissividade para que possam acontecer, ou não há estimulo suficiente para que não aconteçam ou então alguém lucra com eles. Entre as 3 possibilidades o diabo que escolha.

RE: Camponio da beira 16.02.2018

O Bdp ainda vai servindo para alguma coisa

Camponio da beira 16.02.2018

Além de servir para depois de meia duzia de sonecas no Bdp, se sair de lá reformado com uma boa maquia, afinal para que serve o BdP ?

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