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Baixa recebe metade do investimento imobiliário no Porto

Nos primeiros seis meses do ano, de um total de 232 milhões de euros de investimento imobiliário no Porto, 48% foi aplicado na Baixa da cidade. Neste período, foram adquiridos 246 imóveis nesta zona portuense.

Rui Neves ruineves@negocios.pt | Cláudia Brandão 25 de Novembro de 2019 às 12:29
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No primeiro semestre do ano, a Baixa portuense recebeu um total de 110,9 milhões de euros de investimento imobiliário, aparecendo como o território preferencial para os compradores. Na lista das nove Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) do Porto, o Centro Histórico aparece na segunda posição, com um investimento de 30,7 milhões de euros.

Campanhã, que, em 2018, tinha sido a zona onde mais imóveis tinham sido vendidos (mais de 130, de um total de 520 transacionados), recebeu 22,8 milhões de euros, representando apenas uma fração de 10% dos 231,9 milhões investidos. 

À frente de Campanhã surgem as zonas da Foz Velha, com um investimento imobiliário de 26,2 milhões de euros, e da Lapa, destino de 23,7 milhões de euros. No fundo da lista estão as ARUs do Bonfim, Corujeira, Lordelo do Ouro e Marraselos, com volumes de investimento entre os 7,8 e um milhão de euros. Os dados são avançados pela Confidencial Imobiliário, no âmbito do SIR – Reabilitação Urbana.

A Baixa lidera ainda no número de operações. Entre janeiro e junho deste ano, registaram-se 246 negócios de investimento naquela zona portuense, 39% do total.

As restantes operações tiveram como destino as zonas da Lapa e do Centro Histórico, com cerca de 90 operações cada, e Campanhã, com 86. As ARUs da Foz Velha (41 operações) e Bonfim (34) vêm a meio da tabela, à frente da Corujeira, Lordelo do Ouro e Massarelos, com 8 a 15 negócios de investimento.

O ticket médio de investimento por operação no primeiro semestre foi de 372,3 mil euros, uma média ultrapassada pela Baixa. A zona de maior investimento na Invicta apresentou um ticket médio de 450,9 mil euros por transação, mas Massarelos, com 521,1 mil euros, e a Foz Velha, com um investimento médios de 649,2 mil euro, superaram a média do território.

Abaixo da média, aparecem as ARU do Centro Histórico, com 337,3 mil euros, Campanhã, com 265,1 mil euros, e a Corujeira, com um valor de 106,8 mil euros por transação.

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