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Balanço da TAP não está totalmente apurado mas aponta para resultados acima do orçamento

As contas de 2003 da TAP ainda não foram aprovadas, pela simples razão de que o balanço ainda não foi totalmente apurado, diz Fernando Pinto. O presidente da comissão executiva da TAP escreveu hoje uma carta aos trabalhadores da empresa para explicar a co

Ana Suspiro asuspiro@mediafin.pt 09 de Março de 2004 às 20:38
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As contas de 2003 da TAP ainda não foram aprovadas, pela simples razão de que o balanço ainda não foi totalmente apurado, diz Fernando Pinto. O presidente da comissão executiva da TAP escreveu hoje uma carta aos trabalhadores da empresa para explicar a controvérsia que tem rodeado a divulgação de dados ainda não aprovados relativos ao exercício do ano passado.

«Já me conhecem há tempo suficiente para saber os meus métodos de trabalho. As contas da TAP ainda não foram aprovadas, pela simples razão de que o balanço ainda não foi totalmente apurado», diz a mensagem, a que o Canal de Negócios teve acesso.

No entanto, sublinha Fernando Pinto, «os dados provisórios apontam para resultados positivos e, acima do orçamentado, confirmando a recuperação da empresa iniciada há três anos, pelo que devemos manter a calma, continuando – como até aqui – a trabalhar pelo futuro da empresa».

Na edição de hoje do Jornal de Negócios, o presidente do conselho de administração afirmava não ter conhecimento nem ter aprovado ainda as contas de 2003 da companhia.

Cardoso e Cunha qualificou de «acto hostil à TAP», a divulgação há cerca de duas semanas por vários órgãos de comunicação social de informação de «pretensos resultados de 2003».

Esses resultados apontam para lucros na casa dos 25 milhões de euros, praticamente o dobro do valor orçamentado. Informações publicadas mais recentemente referem que estes resultados foram obtidos graças a operações contabilísticas e não a elementos da actividade operacional.

Fernando Pinto realça que «por razões a que sou totalmente alheio, alguns destes valores preliminares foram, aparentemente, passados à comunicação social, acompanhados de interpretações que permitem distorcer a realidade».

Na carta que tem como objectivo «transmitir a realidade dos factos», Fernando Pinto remata «nada temos a esconder. Quando estiverem apurados todos os indicadores, as contas da TAP serão públicas e oficialmente divulgadas, de acordo com a transparência habitual».

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