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Banca reduziu 1.900 efectivos em 2004

Em 2004, a banca voltou a centrar as suas preocupações na redução de efectivos - saíram cerca de 1900 funcionários em quatro instituições. Só no maior grupo bancário privado, o Millennium bcp, a redução atingiu cerca de mil trabalhadores afectos à activid

Negócios negocios@negocios.pt 10 de Janeiro de 2005 às 09:15
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Em 2004, a banca voltou a centrar as suas preocupações na redução de efectivos - saíram cerca de 1900 funcionários em quatro instituições. Só no maior grupo bancário privado, o Millennium bcp, a redução atingiu cerca de mil trabalhadores afectos à actividade bancária

Segundo o «Diário de Notícias», que cita fontes envolvidas no processo, o programa do banco apontava para uma redução de 1.200 trabalhadores ao longo de 2004, mas o número final ficou um pouco aquém. Contactado pelo DN, fonte oficial da instituição referiu que os números finais ainda não estão apurados, mas deverão rondar as mil saídas. O programa compreende reformas antecipadas e rescisões amigáveis.

No final de 2003 o Millennium bcp registava 13.636 efectivos afectos à actividade bancária, devendo ter chegado ao final do último ano com menos 7,5% dos seus efectivos. Em 2000, numa altura em que o grupo tinha acabado de adquirir o Banco Mello e o Sotto Mayor, o seu total de efectivos era de 16 mil, o que resulta na saída de cerca de 3500 trabalhadores em quatro anos.

Quanto à Caixa Geral de Depósitos (CGD), o número de funcionários do grupo está praticamente estacionário. Em 2004, saíram do banco público 145 efectivos, fechando o último exercício com 10 282 trabalhadores.

No caso do grupo Totta, que no final do ano concluiu igualmente o seu processo de fusão das instituições num único banco, o número de saídas de efectivos ter-se-á situado entre os 400 e os 500 trabalhadores, soube o DN junto de fontes ligadas ao processo. Oficialmente, o Totta apenas diz que ainda não foram apurados os números finais.

No Banco Espírito Santo (BES) registaram-se 301 saídas, informou a instituição. No Banco Português de Investimento (BPI), por seu lado, não foi possível obter qualquer número.

Uma das explicações para um maior recurso à redução de efectivos em 2004 está no facto de ser o último ano em que a banca conta com uma série de benefícios fiscais no que respeita às suas dotações para fundos de pensões, terminando a derrogação de uma directiva comunitária.

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