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Banco de Portugal ignorou sinais de irregularidades nas contas do BPP

Em apenas três meses, o passivo do Banco Privado Português mais do que duplicou, mas o Banco de Portugal não investigou que motivos estiveram na base deste acréscimo súbito, noticiou hoje o "Público".

Negócios negocios@negocios.pt 04 de Maio de 2010 às 09:14
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Em apenas três meses, o passivo do Banco Privado Português mais do que duplicou, mas o Banco de Portugal não investigou que motivos estiveram na base deste acréscimo súbito, noticiou hoje o "Público".

Nas semanas que antecederam a intervenção no BPP, o Banco de Portugal ignorou os sinais de irregularidades nas contas trimestrais que lhe foram entregues pela instituição. Os dados que então chegaram ao supervisor bancário mostravam que, num curto espaço de tempo, o passivo do banco então liderado por João Rendeiro tinha mais do que duplicado.

O “Público” explicou que a situação, a par de outras, levou a Privado Holding (PH), dona da instituição financeira, a recusar a aprovação das contas de 2008 do BPP e a solicitar explicações à gestão provisória indicada pelo Banco de Portugal.

Em apenas três meses, entre Julho e Setembro de 2008, o passivo do Banco Privado Português passou de 1,3 mil milhões de euros, para 2,7 mil milhões de euros, sem que a instituição presidida por Vítor Constâncio tenha questionado o banco no sentido de apurar as causas deste súbito crescimento.



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