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Barclays aumenta lucros no primeiro semestre em 24%

O Barclays, o terceiro maior banco do Reino Unido por activos, anunciou um aumento de lucros em 24% no primeiro semestre, impulsionados com menos provisões para crédito mal parado e com lucros da banca de investimento a bater recordes.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 05 de Agosto de 2004 às 09:00
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O Barclays, o terceiro maior banco do Reino Unido por activos, anunciou um aumento de lucros em 24% no primeiro semestre, impulsionados com menos provisões para crédito mal parado e com lucros da banca de investimento a bater recordes.

Os resultados líquidos ascenderam a 1,72 mil milhões de libras (2,61 mil milhões de euros), face a 1,38 mil milhões de libras (2,09 mil milhões de euros) registados no mesmo período do ano passado, anunciou o banco em comunicado. Estes resultados superaram as expectativas dos analistas consultados pela Bloomberg, que apontavam para ganhos na ordem das 1,55 mil milhões de libras (2,35 mil milhões de euros).

O presidente executivo, Matthew Barrett, adicionou 1.100 pessoas à banca de investimento desde Dezembro, o que proporcionou um recorde nos lucros no primeiro semestre. Barrett está a tentar opor-se ao crescimento lento do consumo bancário no Reino Unido e à descida na quota no mercado de cartões de crédito britânico, que é responsável por cerca de três quartos dos empréstimos através de cartões na Europa.

O banco aprovisionou 589 milhões de libras (892,37 milhões de euros) para sustentar o crédito mal parado, no primeiro semestre, menos 10% do que em período homólogo.

O Barclays Capital, a unidade de banca de investimento, aumentou os lucros antes de impostos em 37% para 599 milhões de libras (907,52 milhões de euros). Os lucros do principal negócio de consumo bancário do Reino Unido, o maior negócio da Barclays, subiram 6% para 1,22 mil milhões de libras (1,85 mil milhões de euros). A unidade de cartões de crédito do Barclays aumentou os lucros antes de impostos em 11% para 428 milhões de libras (648,44 mil milhões de euros).

As acções seguiam a valorizar 1,86% para 478,75 pences (7,25 euros).

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