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Bayão Horta demite-se na Cimpor

O presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da Cimpor, Ricardo Bayão Horta, anunciou hoje a renuncia ao cargo na cimenteira, com o objectivo de "proporcionar uma antecipação do rejuvenescimento da liderança da empresa", depois da alteração na estrutura accionista. Francisco Lacerda deverá ser o próximo CEO.

18 de Março de 2010 às 18:52

O presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da Cimpor, Ricardo Bayão Horta, anunciou hoje a renuncia ao cargo na cimenteira, com o objectivo de “proporcionar uma antecipação do rejuvenescimento da liderança da empresa”, depois da alteração na estrutura accionista. Francisco Lacerda deverá ser o próximo CEO.

Em comunicado enviado à CMVM, a Cimpor refere que Ricardo Bayão Horta comunicou hoje a sua renúncia ao respectivo cargo de Presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da Cimpor”.

A renuncia ao cargo surge numa altura em que a Votorantim, a Camargo Corrêa e restantes accionistas da Cimpor negoceiam a composição no Conselho de Administração da empresa, que será votada em assembleia geral.

Bayão Horta, que acumulava os cargos de “chairman” e CEO, entendeu que, “face à profunda alteração da estrutura accionista da Cimpor”, chegou a altura de “proporcionar uma antecipação do rejuvenescimento da liderança da empresa”.

Tal como o Negócios noticiou ontem, a escolha de Francisco Lacerda para presidente da comissão executiva do grupo é já consensual, assim como a continuação de António Varela e Luís Sequeira Martins neste órgão de gestão, que se manterá com cinco elementos.

Caberá agora à Caixa Geral de Depósitos (CGD) indicar o presidente não executivo da Cimpor, ao qual os restantes accionistas terão de dar "luz verde". Contudo, segundo noticiou o Negócios, os vários accionistas terão apenas defendido que a escolha da instituição, que tem 9,6% da Cimpor, recaia em alguém "apolítico, conciliador e com currículo profissional".

A representatividade dos principais accionistas na administração está já também praticamente definida, devendo a Camargo e a Votorantim - que detêm mais de 31% e de 21%, respectivamente - designar dois representantes cada um. Já a CGD e Manuel Fino manterão os seus administradores.

Ricardo Bayão Horta foi presidente do Conselho de Administração da Cimpor durante nove anos.

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