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BCE flexibiliza critérios das garantias de acesso ao crédito

O conselho de governadores da instituição liderada por Christine Lagarde aprovou um pacote de medidas que visa flexibilizar os critérios relativos às garantias de liquidez dos bancos. Medidas aplicam-se às operações de refinanciamento para apoio ao crédito e são "complementares" aos programas já adotados pelo BCE em resposta à pandemia do coronavírus.

A entidade liderada por Christine Lagarde anunciou, na semana passada, um programa de 750 mil milhões.
Kai Pfaffenbach/Reuters
Negócios jng@negocios.pt 07 de Abril de 2020 às 19:00
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O Banco Central Europeu (BCE) aprovou um conjunto de medidas que reduzem os critérios usados para avaliar as garantias de capital dos bancos, o que se traduz numa flexibilização das regras de acesso aos respetivos programas.

Em comunicado publicado no site da instituição chefiada por Christine Lagarde surge a informação de que o conselho de governadores do BCE sinaliza ter adotado um conjunto sem precedentes de medidas temporárias para "mitigar a contração das condições financeiras na Zona Euro".

A nota refere que este pacote de medidas reforça a tolerância ao risco por parte do sistema financeiro da área do euro de modo a apoiar a concessão de crédito às economias europeias fustigadas pela crise sanitária.

Desta forma é assegurada a flexibilização das condições de recurso à titularização de créditos como colateral.

A autoridade monetária europeia explica que estas medidas de flexibilização se aplicam à terceira fase das operações de refinanciamento de prazo alargado referentes ao apoio de crédito bancário pelo BCE (TLTRO-III).

São ainda "complementares" ao novo programa de compra de ativos destinado a financiar ações relacionadas com a pandemia (PEPP, Pandemic Emergency Purchase Programme), que pode comprar até 750 mil milhões de euros de ativos dos países do euro, bem como aos prazos adicionais aprovados para as operações de refinanciamento (LTROs), também adotados para uma resposta mais eficiente ao surto.

Estas medidas visam apoiar as provisões dos empréstimos bancários, em especial ao reduzirem as condições em que os empréstimos sobre terceiros são aceites, explica o BCE.
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