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BCP ficou com mais de 7% de capital no cenário adverso dos testes de stress

O BCP teve um resultado de teste de stress "que comprava a evolução do banco", sublinhou Nuno Amado. O banco ficou com mais de 7% de rácio de solidez no cenário adverso, mais de 1,5 pontos percentuais acima do mínimo exigido.

Miguel Baltazar/Negócios
Maria João Gago mjgago@negocios.pt 29 de Julho de 2016 às 21:17
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O BCP passou nos testes de stress, ao apresentar um rácio de solidez de 7,2% no cenário adverso, no final dos três anos de recessão consecutiva tidos em conta no exercício, revelou Nuno Amado na apresentação dos resultados do semestre. O banqueiro fez questão de sublinhar que este seria o rácio após três anos com uma recessão acumulada de 5%. 

 

"É um resultado que comprova a evolução do banco", sublinhou Nuno Amado.

 

O resultado obtido fica 1,7 pontos percentuais acima do mínimo de 5,5% de rácio que era a referência no teste de stress realizado pelo Banco Central Europeu. Em causa está o rácio calculado de acordo com as regras em vigor ("phased In").

 

O nível de solidez do BCP evidenciado no exercício que testou a sua resiliência sobe para uma percentagem de 9,9% no final deste ano e de 8,6% no final de 2017.

 

Pelas regras que estarão em vigor em Janeiro de 2019, os resultados do BCP foram de 6,1% em 2018 e de 6,3% este ano e em 2017.
 

(Notícia actualizada às 21:41 com mais informação)

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